Quantos blogs já deixei pra trás na vida? Nossa, uns quantos! E eu realmente escrevia neles. Quando parei, foi porque não tinha mais nada que eu quisesse dizer. Em todo o caso, é só fechar um blog pra vontade de gritar tudo aos quatro ventos voltar com força total. Tenho andado com muita vontade de escrever sobre a minha vida. Então... cá estamos. Comecemos, portanto.
Pra ser bem sincera, eu deveria ter cedido à minha vontade de escrever há pelo menos uma semana. Assim, eu começaria o blog novo com um post lindo sobre coisas boas e decisões tomadas e planos que brotam e, quem sabe até, uns ovinhos de páscoa. Mas não. Escolhi agora, logo depois de uma semana terrível.
Terrível.
Reflitam comigo: o que é pior? Ser acusado injustamente por alguém que nem te conhece, que nunca nem conversou contigo, ou por alguém que supostamente te conhece muito bem? Difícil hein.
Nos momentos ruins a vontade de gritar e, no nosso caso aqui, escrever, também aparece. Talvez até mais forte do que quando as coisas estão perfeitamente bem. Nos últimos dias, a única coisa que eu tenho vontade de escrever/gritar/perguntar é: por que o mundo é tão injusto e as pessoas são tão más??
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Isso devidamente ripped off my chest, podemos voltar ao título. Blog novo, como podem ver. Depois do fracassado Nothing Much, do abandonado Strange Apparition, do velho e gasto Fizzywater e do precursor Shade, cá estamos. Foi difícil chegar num nome; tudo o que eu queria estava indisponível. Aí eu visitava o blogs com os endereços que eu queria só pra ver se existiam mesmo, contendo impulsos de deixar comentários bem mal educados (maleducados? mal-educados?) reclamando por terem roubado minhas ideias brilhantes antes mesmo de eu tê-las.
Sobre a nova ortografia. Bom, eu sempre tive certeza de que escrevia sem erros ortográficos, mas agora, com a reforma, fico totalmente confusa sempre que tenho que escrever alguma coisa. Semana passada precisei estudar um pouco das novas regras para contribuir com um evento do PET, e descobri duas coisas um tanto importantes. 1) As regras são um pouco menos difíceis do que eu pensava. 2) Eu não tinha noção das regras do hífen, portanto, estava errada quanto à minha certeza de ter uma ortografia impecável. O lado bom é que não vou precisar reaprender, só aprender pela primeira vez mesmo.
Quanto à última parte do título, "música velha", ela se refere ao fato de que estou ouvindo nesse momento dois discos do Incubus que eu não ouvia há muito tempo, e que pra mim são os melhores da banda: "Make Yourself", de 1999, e "Morning View", de 2001. Tá, não são tão velhos assim... Mas pra mim são. Eu estava no terceiro ano do Ensino Médio ainda!! Aliás, ouvindo isso, pensei em escolher "Drive" como minha música na cerimônia de formatura. Tá certo que falta mais de um ano ainda, mas não custa já ir decidindo!
Aliás, como já mencionei brevemente lá em cima, esse é um ano de tomar decisões importantes. E de me preparar para elas. Mas outro dia volto pra falar devidamente sobre isso...
Um comentário:
My friend and I were recently talking about the ubiquitousness of technology in our daily lives. Reading this post makes me think back to that debate we had, and just how inseparable from electronics we have all become.
I don't mean this in a bad way, of course! Ethical concerns aside... I just hope that as technology further advances, the possibility of transferring our brains onto a digital medium becomes a true reality. It's one of the things I really wish I could experience in my lifetime.
(Posted on Nintendo DS running [url=http://quizilla.teennick.com/stories/16129580/does-the-r4-or-r4i-work-with-the-new-ds]R4i[/url] DS rrPost)
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